Promotoria de São Francisco do Guaporé dá apoio à Polícia Civil em operação de combate ao desmatamento ilegal e à corrupção

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(Foto: Divulgação/Polícia Civil)

A 1ª Promotoria de Justiça de São Francisco do Guaporé participou, nesta sexta-feira (14), da Operação Mezilaurus, de combate ao desmatamento ilegal de madeira e à corrupção, em apoio à Polícia Civil. A operação cumpriu sete mandados de prisão – cinco de prisão temporária e dois de prisão preventiva, além do cumprimento de oito mandados de busca e apreensão. A ação também contou com o apoio Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental.

(Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Para os cumprimentos, foram envolvidos mais de 20 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães. Além da participação da promotora de Justiça Analice Silva e servidores do Ministério Público. Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em serrarias da cidade e na residência dos envolvidos.

De acordo com as apurações, os investigados praticavam crimes de associação criminosa, desmatamento ilegal de floresta, furto ilegal de madeira, receptação e corrupção ativa, em São Francisco, na Reserva Parque Estadual Serra dos Reis.

Na quinta-feira (13), foi realizada a primeira parte da operação, dentro da Reserva Serra dos Reis, com o apoio da Polícia Técnico Cientifica (Politec), a qual esteve no local para realizar a constatação dos danos causados pelos infratores.

(Foto: Divulgação/Ministério Público)

Dentre os envolvidos, encontram-se um vereador local, donos de serrarias da cidade e um dono de empresa destinada a fiscalização noturna.

Além das acusações de desmatamento ilegal de floresta, furto ilegal de madeira, e receptação, recai sobre os investigados a acusação de estarem subornando agente público da área da segurança pública do estado a fim de que este deixasse de realização a devida fiscalização e libera-se a entrada de caminhões com madeira ilegal na cidade.

A Operação
Mezilaurus faz ilusão ao nome científico da árvore típica da região, conhecida como Itaúba (mezilaurus itauba), sendo esta a espécie preferida para extração do grupo criminoso. O nome dos envolvidos não foi divulgado para garantir o sigilo das investigações.

(Foto: Divulgação/Polícia Civil)
(Foto: Divulgação/Polícia Civil)

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